Ieda  Duval Freitas

No dia vinte e cinco de novembro o grupo do PROEA chegou á cidade de Belém do Pará sob a coordenação do professor José Vicente de Freitas.

Forte de Belém
Forte de Belém

O Pará é o resultado de uma mistura de ritmos e de raças, convivendo  em harmonia. A maneira de falar do paraense chama atenção, seja pela forma de falar, de conversar, de dançar ou de vestir. Apesar das influências do resto do país, o paraense mantém com fervor o gosto pelas coisas da terra.

Efetivamente a Amazônia é a parte  do planeta de maior diversidade biológica e onde se encontra uma das maiores concentrações de água doce e enormes extensões de terras ainda com cobertura florestal.

Considerada a porta de entrada para a Amazônia, Belém é muito quente e úmida e possui uma grande variedade de flora e de fauna.

O maior atrativo da cidade é com certeza o Mercado Ver-o-Peso, que leva esse nome, desde o período colonial, onde se pesavam as mercadorias ao lado, no porto. Um dos produtos mais procurados é com certeza é o perfume do Boto, que promete trazer a quem usar a cara metade em pouquíssimo tempo.

A culinária da região é deliciosamente exótica, com toques indígenas, misturadas a tradicional comida portuguesa. Um dos pratos típicos é o pato no tucupi, que por ter as folhas de jambú em sua receita, provocarem uma leve sensação de dormência.

O propósito dessa viagem era intercambiar as atividades do PROEA e do GEAM ( Grupo de Estudos em Educação, Cultura e Meio Ambiente) da Universidade Federal do Pará sob a coordenação da professora Marilena Loureiro da Silva, surgiu em 1998, com professores(as), alunos e voluntários da mesma Universidade, com a preocupação em relacionar a temática da vida social, empreendendo teorias e práticas educacionais.

O povo é extremamente carinhoso e hospitaleiro, é a metrópole mais bela, encantadora e surpreendente da Amazônia.

Nossa experiência foi muito significativa, pois conhecemos muitas ações  que se assemelhavam as desenvolvidas pelo PROEA e outras mais voltadas para a realidade do lugar.

Constatamos o papel importante que têm a gestão ambiental  baseada em processos educativos transformadores, viabilizando o empoderamento dos homens e das mulheres que ocupam e dão calor ao lugar, condição esta indispensável para a preservação do rico patrimônio biodiverso que representa o bioma amazônico.

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