O ProEA – Programa de Educação Ambiental do Porto do Rio Grande busca atuar nas diversas comunidades situadas na área portuária e que de alguma forma são influenciadas pelo cotidiano operacional.

No caso do trabalho voltado às comunidades situadas na área de expansão portuária, buscamos construir um novo relacionamento na construção de propostas e ações educativas capazes de qualificar e humanizar ainda mais a relação entre o Porto do Rio Grande e os diversos atores que estruturam as suas vidas nestes ambientes.

Slide2Estas ações ocorrem mediante projetos participativos que têm por base “empoderar” e qualificar os sujeitos para o exercício de uma cidadania ativa e de alta intensidade na elaboração e execução de medidas que tornem possível uma melhor qualidade de vida ancorada em questões ambientais e de saúde coletiva. É neste sentido que na segunda quinzena de abril realizamos dinâmicas em parceira com as Agentes Comunitárias de Saúde (ACS) envolvendo um grupo de idosos hipertensos e diabéticos pacientes do posto de saúde do Bairro Getúlio Vargas – BGV.

No primeiro encontro realizado no dia 17, as atividades com os idosos contaram com a participação de Mariane, educadora física e a presença das educadoras ambientais Desireé Fripp e Luciana Roldão. Assim, todos nós participamos de diversos exercícios e ao final deste primeiro encontro, realizamos a chamada “dinâmica do nó”, em que os envolvidos estiveram muito atentos e dialogaram conosco acerca da importância do trabalho e de ações coletivas que proporcionam a cooperação necessária à construção coletiva de um futuro melhor para todos, visando o bem-estar social e ambiental de cada cidadão.

Desta forma, no dia 24 realizamos mais um encontro para nos aproximarmos ainda mais daqueles idosos do BGV, e este foi um dia igualmente agradável e de muita construção coletiva e envolvimento humano entre os participantes.

Neste sentido, realizamos as atividades físicas em parceria com Mariane e, posteriormente a elas, todos foram convidados a se organizarem num círculo para que pudéssemos de olhos fechados, silenciar e sentir com as mãos, o ritmo de nossa respiração no compasso das “batidas” do coração de cada um e do colega ao lado.

Após estas dinâmicas, dialogamos no sentido de que é importante cuidarmos do corpo como o nosso primeiro ambiente, e que era por meio dele que realizamos todas as nossas atividades diárias de locomoção, comunicação e interação com os demais seres humanos que compõem o ambiente maior.

Slide1Somos carne, somos sangue e sentimentos! E assim, o bem-estar de uma coletividade rumo à sustentabilidade socioambiental passa inevitável e necessariamente pela felicidade e a qualidade de vida de cada sujeito em seus variados contextos e vivências, mediante a sensibilização das relações humanas entre as pessoas.

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